BENEDITO APARECIDO DE CARVALHO ( BELU )
Entrevista com Belu – Presidente do CASM em 1991
Nascimento: 29/08/1955, Ibiúna/SP
Carreira no CASM: Presidente (1991)
a) Como surgiu o seu interesse pelo CASM?
Belu:
“Sou torcedor do Santos Futebol Clube desde criança e tornei-me CASM em 1982. O interesse pelos clubes da cidade já está no sangue. Comecei a participar pela influência dos amigos e da família. A necessidade de renovação dos diretores sempre desperta em nós o interesse em atuar nas Diretorias. De diretor, passa-se a conselheiro e, no meu caso, chegou o momento de candidatar-me à presidência, sempre com o objetivo de melhorar e fazer o clube progredir, mesmo que nem sempre se alcance todos os objetivos.”
b) Como foi sua experiência como presidente do CASM?
Belu:
“Assumi a presidência em 1991 e acredito que foi uma ótima experiência. Tenho a certeza de ter cumprido bem a tarefa confiada pelos Conselheiros do Clube. Meu objetivo sempre foi manter as portas do CASM abertas e acredito que consegui, até porque os números comprovam.”
c) Como assim, os números comprovam?
Belu:
“Quando assumi a presidência, o CASM tinha 240 associados. Ao final do meu mandato, esse número havia subido para 950 associados em dia com os cofres do clube. Isso demonstra o empenho em tornar o clube mais participativo.”
d) Qual foi sua participação na construção do atual campo de futebol?
Belu:
“Durante um almoço no Saba, em São Roque, com o Pangué e o Airton, o Pangué comentou que era preciso construir um novo campo de futebol. Na minha administração, demos início às primeiras obras para a futura construção, e no ano seguinte o Gringo, como presidente eleito, deu continuidade às terraplenagens.”
e) Quais seleções você escalaria?
Belu:
“No futebol de campo: Chagas, Serginho, Clóvs, Bid, Lixãozinho, Aranhinha, Renê, Carístia, Careca, Ricardo Lima e Jajá.
No futebol de salão: Nó, Bid, Vané, Pelado e Carístia.
No vôlei: João Dagomé, Nó, Jacy, Piscão, Tonhão e eu, Belu.
No basquete: Caito, sem dúvida, foi o melhor que vi jogar, junto com Meco, Coca, Carlinho Benitez e Nino.”
Obs.: Entrevista publicada no livro “Vivendo e Aprendendo”, editado pelo Centro de Documentação e Memória Mairinquense, março/2004.
